Por: Fernando Cavalcanti
O Twitter é uma rede social em formato de microblog. Pela ferramenta, cada participante conta à sua comunidade o que tem feito ou posta informações temáticas, com o tamanho máximo de 140 caracteres.
No Twitter é possível ao participante seguir outros membros e ser seguido também, ou seja, o participante pode adicionar ao seu Twitter outras pessoas, sendo que todas as postagens realizadas por essas pessoas aparecerão também no seu Twitter, o mesmo ocorrendo com quem adicionar esse participante, gerando assim grandes grupos de seguidores/seguidos. (mais…)
novembro 27, 2009 at 3:58 pm
Até bem pouco tempo atrás redes sociais, salas de bate papo, mensagens de celulares e outros mecanismos de comunicação digital eram vistos exclusivamente como entretenimento. Mas com o surgimento do marketing digital, esses meios passam a ser entendidos como elementos estratégicos para projetos de comunicação de sucesso.Alguns números mostram que entretenimento do mundo digital pode ser visto com olhos profissionais.
“O crescimento do Twitter, por exemplo, foi de 900% em 2008. No Brasil, 40,2 milhões de domicílios têm computador com acesso à internet”, explica o especialista em marketing digital, André Telles.
Segundo Telles, 80% dos internautas do Brasil fazem parte de alguma rede social, os brasileiros estão em primeiro lugar no mundo no tempo em frente ao computador, aproximadamente 70 horas mensais. Se contabilizarmos somente o acesso em casa o tempo é de aproximadas 26 horas.
Outros dados importantes que contextualizam o ambiente onde o marketing digital acontece, e legitimam o crescimento do segmento frente a outras áreas do marketing: 65 milhões de brasileiros, ou 1/3 da população do País, têm acesso à internet; no Brasil existem 145 milhões de aparelhos celulares, que também podem ser utilizados como suporte para marketing digital.
Telles lembra que aproximadamente de 100 milhões de blogueiros se comunicam no mundo todo utilizando a internet, expressando idéias e experiências de produtos, compartilhando informações sobre empresas e negócios. “Com tantas vozes sendo ouvidas, essa mídia constitui um fórum mundial. O consumidor virou mídia e nenhuma empresa pode se dar ao luxo de ficar de fora dessa conversa”, explica.
“A expectativa é de que o orçamento global em publicidade permaneça estável, o que ocorrerá é a migração de investimentos de algumas áreas das mídias para outras”, finaliza Telles que recentemente publicou o livro Geração Digital pela Editora Landscape.
Fonte: www.paranashop.com.br
Até bem pouco tempo atrás redes sociais, salas de bate papo, mensagens de celulares e outros mecanismos de comunicação digital eram vistos exclusivamente como entretenimento. Mas com o surgimento do marketing digital, esses meios passam a ser entendidos como elementos estratégicos para projetos de comunicação de sucesso.
Alguns números mostram que entretenimento do mundo digital pode ser visto com olhos profissionais.
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agosto 3, 2009 at 11:59 am
Marketing Digital no Twitter
Por Cláudio Torres
Este artigo mostra como utilizar o Twitter em ações de marketing digital e 7 ações práticas para usar esta ferramenta, que já é uma febre no Brasil.
O Twitter vem ganhando força no Brasil, e ocupando um espaço significativo na mídia e fora dela. Ele já pode ser considerado a segunda maior rede social do Brasil, e se tornou muito atraente para ações de marketing digital e publicidade on-line.
Mas por ser muito novo, as empresas e agências de publicidade ainda tem dificuldades em definir estratégias para uso do Twitter em suas campanhas. Assim desenvolvi 7 ações, que quero compartilhar com você, pois podem ajudar sua empresa ou agência no planejamento e implantação de ações que incluam o Twitter.
O Twitter é uma ferramenta muito particular. Com uma mistura de sistema de comunicação, micro blogging e rede social, o Twitter pode ter uma infinidade de aplicações no marketing digital. Além disso, tem uma grande penetração nos dispositivos móveis chamados smartphones, celulares como iPhone e BlackBerry, e também é acessado através dos navegadores. Assim, a base de usuários do Twitter se expande além da fronteira do consumidor sentado na frente de um computador e pode atingir o consumidor a qualquer hora.
Outra característica importante é que receber informações do Twitter é uma opção de quem recebe. Cada um se inscreve livremente para seguir os tuits de alguém. O interesse pelo conteúdo é um fator chave para o crescimento da comunidade a sua volta.
Então, podemos pensar no Twitter como uma mídia para difusão do nosso conteúdo, um elemento a mais na nossa estratégia de marketing de conteúdo. Além de criar artigos no seu blog, você poderá tuitar trechos ou links para os artigos publicados. Muitas plataformas de blogs, incluindo o WordPress, já têm aplicativos para que você envie links de seus posts para o Twitter.
Mas além de enviar os posts de seu blog, você pode enviar outras informações que atraiam as pessoas para seu conteúdo e as estimulem para seguir seu perfil. Se sua empresa vai participar de um seminário : Tuite os trechos mais importantes de cada palestra enquanto assistem. Vai fazer um evento promocional : Escale alguém para tuitar os acontecimentos do evento. Você pode pedir que seus vendedores tuitem de seus estandes enquanto participam de uma feira.
O Twitter permite que você transmita os eventos que participa em tempo real. Assim as pessoas interessadas no assunto podem seguir os eventos que sua empresa participa, se informarem sobre os assuntos relacionados ao seu negócio, se vinculando a sua marca ou produto.
Muitas empresas, como a Dell e a Sacks, estão aproveitando os seus seguidores no Twitter, conseguidos com o marketing de conteúdo, e criando promoções relâmpago, informando o consumidor que podem ter acesso a um desconto especial se aproveitarem nas próximas horas.
Enfim, o Twitter pode ser utilizado como suporte à quase todas as ações de marketing digital. Por isso que eu prefiro pensar no Twitter como uma plataforma de integração entre as diversas ações de marketing digital. O Twitter por unir comunicação, blog e relacionamento deve ser o elo de integração das estratégias de marketing digital.
Mas vamos às 7 ações ações integradas, que podem de fato fazer diferença em uma campanha de marketing digital envolvendo o Twitter :
1. Inclua em sua estratégia de marketing nas mídias sociais o Twitter : Identifique-se pelo seu Twitter nas mídias sociais, não por seu e-mail ou url. Os consumidores que estão nas mídias sociais terão mais facilidade em se comunicar com você desta forma.
2. Faça com que o conteúdo do blog de sua empresa, gere tuits : Gerar conteúdo para o blog de sua empresa ajuda a trazer mais visitas ao seu site, mas tuitar o título de cada artigo ajudará a atrair mais seguidores para seu Twitter. Eles valem mais que as visitas, pois você pode se comunicar com estes consunidores a hora que quiser.
3. Sempre que enviar uma newsletter gere tuits : Isso irá estimular as pesssoas a lerem sua newsletter e trará novos cadastros para seu e-mail marketing.
4. Use a busca do Twitter para pesquisas on-line : A busca do Twitter permite que você acompanhe o que estão falando de sua empresa e de seus concorrentes. Além disso, permite que você acompanhe ações de marketing que podem ser boa fonte de novas idéias.
5. Utilize seu Twitter para complementar suas campanhas promocionais : Faça promoções on-line criativas para seus seguidores. Isso também atrai mais seguidores e melhora suas ações.
6. Utilize o Twitter para iniciar campanhas virais : Sua rede de seguidores no Twitter é o meio mais fácil e ágil de iniciar suas campanhas de marketing viral.
7. Use e abuse dos Tags : Poucos conhecem ou entendem o uso dos chamados tags, os nomes começados com #. Eles servem para que as pessoas possam achar mais facilmente informações no Twitter. Portanto entenda como funcionam e use sem moderação.
Como disse, o Twitter pode ser utilizado para uma infinidade de ações de marketing digital, mas estas 7 ações são o seu enxoval inicial, e você deve partir delas para produzir bons resultados para sua campanha e sua empresa.
Fonte: www.cidademarketing.com.br
Por Cláudio Torres
Este artigo mostra como utilizar o Twitter em ações de marketing digital e 7 ações práticas para usar esta ferramenta, que já é uma febre no Brasil.
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julho 23, 2009 at 12:03 pm
Revolução digital dará novos rumos ao Marketing
Walter Longo mostra novo perfil de consumidores e a comunicação digital
Por Thiago Terra, do Mundo do Marketing | 02/07/2009
thiago@mundodomarketing.com.br
A comunicação está passando pelo principal período de uma revolução digital. O motivo é simples: próximos dos 30 anos de idade, executivos que nasceram na Era Digital junto à internet, nos anos 1980, estão se tornando líderes das empresas do setor e consequentemente trazem novos desafios para os profissionais de Marketing. Esta afirmação é feita por Walter Longo, Vice-Presidente de Estratégia e Inovação da Young&Rubican.
Esta revolução digital pode ser comparada ao conceito desenvolvido por Shel Silverstein, o Tesarac. A associação ao termo se dá por conta da mudança que ocorre na comunicação com paradigmas que deixam de fazer sentido enquanto surgem outros que ainda não podem ser totalmente mensurados. Por isso, hoje existem três tipos de consumidores: os turistas digitais; os imigrantes digitais; e o nativo digital.
Se antes a comunicação podia ser comparada a um jogo de boliche, com o objetivo de acertar todos os pinos com uma bola, de uma só vez, hoje o jogo mudou. De acordo com Walter Longo agora estamos diante de um pinball, já que a comunicação bate e volta, e o emissor não sabe a força com que ela chega e muito menos com o impacto que ela vai causar.
Mídia digital dita novos rumos
No cenário atual os consumidores se encontram “presos” às mídias tradicionais e esta realidade não deve mudar tão cedo. “Apesar de ver o surgimento de novas mídias, não sabemos a real dimensão que elas terão no futuro e este é o presságio para um impacto nunca visto antes”, diz Walter Longo, em entrevista ao Mundo do Marketing. Neste cenário, a internet surge como a principal ferramenta por oferecer comunicação instantânea e que pode ser editada ao mesmo tempo.
Isto é o que a diferencia das outras mídias, segundo Longo. “Mídia nova não mata mídia velha. Os meios impressos são editáveis e não instantâneos porque eu decido a hora e o local em que vou consumir. Já a mídia eletrônica é instantânea, mas não editável porque eu só posso consumi-la onde ela estiver. Desta forma elas tornam-se complementares para a comunicação do homem”, conta.
Desta forma, as empresas de comunicação estarão cada vez mais se envolvendo com mídias digitais só que de maneira exponencial. “A revolução digital será feita por novas mídias que vão abranger muitos consumidores e qualificar a mensagem ao mesmo tempo. Além disso, ela será mais acelerada do que se imagina” afirma o Mentor do Grupo Newcomm durante a palestra “O Mundo Digital e os novos desafios do Marketing”.
Tendências irreversíveis
A chegada da revolução digital aponta para duas tendências irreversíveis na comunicação. A primeira é a que trata da passagem de uma comunicação massificada para a individualização da mensagem. Isto significa falar com cada individuo de forma diferente sem ter o custo elevado que havia antes da comunicação digital.
A segunda tendência apresentada por Walter Longo é que os meios podem misturar o conteúdo editorial com o publicitário sem precisar de interrupções. O modelo atual usa a interrupção para chamar a atenção do consumidor com um comercial, mas o que acontece é a mescla entre mensagem e entretenimento. “Hoje já é possível que uma empresa que não é mídia se torne mídia. Temos cada vez mais anunciantes produzindo conteúdo, games, entre outras formas de entreter. Se antes os anunciantes eram obrigados a usar uma mídia para chegar ao público, hoje a empresa se transforma em mídia e atinge o seu consumidor”, aponta.
Fato é que as mídias digitais estão dificultando cada vez mais a relação entre o consumidor e as mídias tradicionais. O principal fator para a mudança de comportamento é que o consumidor não quer e não precisa mais esperar a TV anunciar as notícias porque ele pode obtê-las na internet.
Revolução humana com novo perfil
Antes de ser tecnológica, a comunicação está passando por uma revolução humana que está divida em três tipos de perfil de consumidor. Os turistas digitais são os que entram vez ou outra na internet e têm dificuldades em manusear um iPhone, por exemplo. Outros são vistos como imigrantes digitais, já que se “mudaram” para este mundo, mas não são originários dele. Por último está o nativo digital, que hoje não considera a internet uma tecnologia porque ele já nasceu inserido nela.
Segundo Walter Longo, são os nativos digitais os grandes responsáveis pela revolução digital. “A tecnologia para eles já é comum e estes executivos assumirão em breve o poder das empresas e começarão esta revolução. Apesar de perceber isto, não sabemos quão rápido e o impacto que esta revolução vai gerar na comunicação”, explica o executivo ao site.
As características principais entre os consumidores apresentam diferenças básicas com relação à revolução digital que se anuncia. Enquanto alguns têm medo das novas formas de comunicação e preferem se manter longe delas, outros tem prazer em conhecer e consumí-las assim que surgem no mercado. Os consumidores que compõem a Neofobia são geralmente menos jovens, urbanos e menor instrução digital. Já a Neofilia é composta por pessoas cada vez mais jovens, mais urbanos e educados.
Mídia na hora certa
Oriundas da internet, as mídias Out of Home não se baseiam no modelo de interrupção tradicional. Denominada de Outernet, estas mídias atingem consumidores em diferentes lugares ao mesmo tempo, de forma segmentada. O objetivo delas é impactar as pessoas enquanto elas estão paradas obrigatoriamente, seja na fila do banco ou no elevador.
Outra característica destas mídias é atingir os consumidores no momento em que as tradicionais não estão sendo efetivas. “Ela está na contramão das outras mídias e é um lubrificante social porque gera boca-a-boca e as pessoas fazem comentários sobre o assunto”, diz Longo.
De acordo com o Vice-Presidente de Estratégia e Inovação da Y&R as mídias Outernet possuem grande potencial em países em desenvolvimento porque estes oferecem mais tempo de espera ao público. A mídia Out of Home está aproximando a audiência com a atenção do público; a abrangência da mensagem com a eficiência da mesma; e ainda o ponto de impacto com o de consumo. “Ela é abrangente, relevante, não invasiva, qualificada, útil e faz as pessoas se comunicarem”, completa Walter Longo.
Walter Longo mostra novo perfil de consumidores e a comunicação digital
Por Thiago Terra, do Mundo do Marketing
A comunicação está passando pelo principal período de uma revolução digital. O motivo é simples: próximos dos 30 anos de idade, executivos que nasceram na Era Digital junto à internet, nos anos 1980, estão se tornando líderes das empresas do setor e consequentemente trazem novos desafios para os profissionais de Marketing. Esta afirmação é feita por Walter Longo, Vice-Presidente de Estratégia e Inovação da Young&Rubican. (mais…)
julho 6, 2009 at 12:43 pm
Por Sandra Turchi*
Muito já se viu e ouviu sobre como os pais reclamam do tempo gasto por seus filhos navegando na internet, da “alienação” (na visão dos pais…) causada pela imersão dos jogos online e, mesmo do exagero de acessos à mídia, que hoje os jovens têm, utilizando-se de diversos canais simultaneamente, como rádio, TV, computador, celular, etc.
É difícil para as pessoas mais maduras acompanharem a velocidade das inovações trazidas pelo universo digital, e ainda mais difícil é compartilharem dessas atividades todas: redes sociais como Orkut, Facebook, Myspace, etc, buscadores como Google, Yahoo, YouTube, Buscapé, entre outros, além de Twitter, Iphone, Games, e-commerce e uma infinidade de outras possibilidades.
Eu ouvi há algum tempo um alto executivo, relativamente jovem, dizer que tinha a expectativa de que ele conseguiria chegar à aposentadoria sem ter que conhecer isso tudo, mas não deu tempo! As inovações foram mais rápidas e ele ainda está tentando correr atrás do prejuízo.
Porém, o mais complicado a meu ver reside nas corporações, pois quem as lidera hoje ainda são os profissionais maduros, que nasceram bem antes desse boom, ou seja, eles não pertencem à geração chamada “web native” e, portanto, as mudanças nas empresas ainda estão em suas mãos, ou nas suas cabeças, que como o executivo citado acima, talvez eles ainda estivessem esperando sair ilesos, sem ter que se aprofundar nesse novo mundo.
Infelizmente, assim como para esse executivo, as empresas também não têm essa opção. É imprescindível entender como funciona e como se utilizar dessas ferramentas inovadoras para que não percam o bonde da história.
Alguns setores mais conservadores poderão sofrer muito se continuarem resistindo, pois os novos consumidores, a famosa geração Y está chegando, não só para comprar seus produtos ou serviços, mas para trabalhar nas suas empresas. Então como você acha que vai atrair e manter os novos talentos? Com velhos paradigmas?
Imagine, se hoje o seu filho só utiliza o MSN, SMS e o Twitter para se comunicar com os amigos e com a namorada (e faria o mesmo com você, se você estivesse lá!), se ele já acha e-mail coisa do passado, se ele utiliza os blogs ou então a Wikipedia para se informar de quaisquer assuntos, se só vê filmes no YouTube, se só compra depois de fazer, no mínimo, três buscas e se não vai a lugar algum sem antes consultar o Google Maps, como você acha que será quando ele entrar no mercado de trabalho?
Pense nisso, e não perca mais tempo, permita-se conhecer de perto a web e renda-se às suas infinitas possibilidades. Ah, e compre logo um notebook para que os seus pais também possam navegar!
* Sandra Turchi é Superintendente de Marketing da ACSP – Associação Comercial de São Paulo – e coordenadora do curso de Inovação Digital da ESPM. Blog: www.sandraturchi .com.br www.twitter.com/sandraturchi
Por Sandra Turchi*
Muito já se viu e ouviu sobre como os pais reclamam do tempo gasto por seus filhos navegando na internet, da “alienação” (na visão dos pais…) causada pela imersão dos jogos online e, mesmo do exagero de acessos à mídia, que hoje os jovens têm, utilizando-se de diversos canais simultaneamente, como rádio, TV, computador, celular, etc. (mais…)
junho 29, 2009 at 12:49 pm
Não menospreze o poder da rede!
Por Sandra Turchi*
Não há a menor dúvida que a “bola da vez”, na internet são as “redes sociais”. Só se fala nisso. É a tal web 2.0 com seus ícones de sucesso como o MySpace, o Facebook, o Orkut, e agora, mais do que nunca, o Twitter. Ainda é difícil dizer o que é moda e o que realmente deverá permanecer por algum tempo. Por falar nisso, lembram-se daquele site, como é mesmo o nome dele? Aquele jogo, ahh… o Second Life? Pois é, esse é um exemplo de que algumas febres passam logo.
Sobre o Twitter – serviço que permite que as pessoas acompanhem mensagens de no máximo 140 caracteres, ou “tweets”, de amigos ou celebridades – uma recente pesquisa da Nielsen Online indica que aproximadamente 60% dos usuários declinam após o primeiro mês de uso, o que torna o crescimento dessa rede bastante limitado. Existe há mais de três anos e hoje ele tem por volta de 10 milhões de usuários no mundo todo, mas pode-se dizer que só cresceu depois que celebridades começaram a utilizá-lo e divulgá-lo, como o então candidato Barak Obama e a apresentadora americana Oprah Winfrey.
Além dessa questão do modismo, há outro ponto a ser analisado com muito cuidado pelas empresas que se preocupam em aprender a utilizar as redes sociais. É importante identificar a melhor forma de fazê-lo, por exemplo, buscando estar próximas dos seus consumidores e do seu público formador de opinião, mas por outro lado, também é fundamental orientar sua própria equipe acerca dos perigos que a rede pode causar quando utilizada de forma ingênua ou por má fé, pelos próprios funcionários, ou, quem sabe, por seus concorrentes…
Vejam o exemplo de uma ocorrência recente com a rede americana Domino’s Pizza, quando dois de seus funcionários foram filmados produzindo sanduíches de forma pouco higiênica e o vídeo foi postado no YouTube. Após poucos dias o mesmo já havia sido visto por mais de um milhão de pessoas e embora esses dois funcionários tenham sido demitidos dessa loja, toda a rede foi seriamente afetada, perdendo clientes que eram fiéis há mais de 10 anos! Ou seja, o prejuízo foi enorme e será muito difícil revertê-lo, mesmo que a empresa invista milhares de dólares com renomadas assessorias em relações públicas. Isso tudo porque o alcance da rede é I M P R E V I S Í V E L!
Há empresas que fizeram sua incursão de forma bastante saudável, como o exemplo da Nike, com o lançamento do Nike Plus que, embora não seja um fato novo, é sempre bom citá-lo como caso, bem-sucedido, de criação de comunidade. Há ainda exemplos mais próximos, como a loja de esportes Centauro, que recentemente lançou sua comunidade oficial no MySpace como plataforma para divulgar seu projeto “Ritmos”, e quem sabe, fortalecer sua marca.
Estudos apontam que 57% dos varejistas listados na ‘Top 500 Internet Retailer’ estão no Facebook e que 41% desses estão presentes, ou foram pesquisados, no YouTube, além de centenas deles no MySpace, entre outros.. Enfim, mesmo que a empresa prefira não se manifestar sobre o assunto é importante que ela saiba que algo já deve estar acontecendo com sua marca na rede, independentemente da sua vontade. É como aquela história: eu não acredito em bruxas, mas que elas existem, existem!
* Sandra Turchi é Superintendente de Marketing da ACSP – Associação Comercial de São Paulo – e coordenadora do curso de Inovação Digital da ESPM.
Por Sandra Turchi*
Não há a menor dúvida que a “bola da vez”, na internet são as “redes sociais”. Só se fala nisso. É a tal web 2.0 com seus ícones de sucesso como o MySpace, o Facebook, o Orkut, e agora, mais do que nunca, o Twitter. Ainda é difícil dizer o que é moda e o que realmente deverá permanecer por algum tempo. Por falar nisso, lembram-se daquele site, como é mesmo o nome dele? Aquele jogo, ahh… o Second Life? Pois é, esse é um exemplo de que algumas febres passam logo. (mais…)
junho 26, 2009 at 12:54 pm
PortCasa.com.br aposta em redes sociais e lança blog com dicas para o dia a dia
23 de junho de 2009
- O objetivo do novo canal é promover maior interatividade entre os e-consumidores e a marca, além de trazer informações ao cotidiano de quem preza por praticidade -
Acompanhando as tendências de relacionamento digital entre marcas e seus potenciais públicos ou clientes, a loja virtual www.portcasa.com.br, líder em cama, mesa e banho, acaba de lançar um blog. A ferramenta foi criada para levar ao cliente e ao público interessado dicas práticas para o dia a dia, oferecendo uma diversidade de conteúdo.
No endereço www.dicasparasuacasa.com.br, os internautas podem interagir contribuindo com sugestões de produtos, dicas, além do acesso às novidades preparadas pela equipe especializada em redes sociais da loja virtual, que atualiza e gerencia o conteúdo do canal.
A expectativa é que o blog facilite a vida dos clientes, traga novos conteúdos de forma permanente e promova acessos mais qualificados ao portal. O blog, que divulga ainda os perfis da loja no Twitter, Orkut e Facebook, também deve auxiliar no reforço e fidelização da marca PortCasa entre os e-consumidores.
Hoje em dia o consumidor preza pelo compartilhamento de informações. “Estamos na Era Colaborativa. Nenhum site de vendas sobreviverá na internet sem apresentar conteúdo relevante aos seus clientes. O objetivo do blog é exatamente este: servir e ao mesmo tempo interagir com os consumidores”, explica Natan Sztamfater, Diretor da PortCasa.
Para a divulgação da novidade, estão sendo utilizadas estratégias de marketing digital como o envio de e-mail marketing, banner no site www.portcasa.com.br e táticas de SEO. Além disso, para manter e atrair novos usuários, serão lançadas promoções direcionadas ao público do blog muito em breve.
Para mais informações, acesse: www.portcasa.com.br e www.dicasparasuacasa.com.br.
- O objetivo do novo canal é promover maior interatividade entre os e-consumidores e a marca, além de trazer informações ao cotidiano de quem preza por praticidade -
Acompanhando as tendências de relacionamento digital entre marcas e seus potenciais públicos ou clientes, a loja virtual www.portcasa.com.br, líder em cama, mesa e banho, acaba de lançar um blog. A ferramenta foi criada para levar ao cliente e ao público interessado dicas práticas para o dia a dia, oferecendo uma diversidade de conteúdo. (mais…)
junho 25, 2009 at 12:13 pm
Por Sandra Turchi*
Recentemente li uma matéria dizendo que a última temporada de natal foi a melhor de todos os tempos para a Amazon.com, gigante do e-commerce mundial, com crescimento de 17% sobre o ano anterior, com mais de seis milhões de produtos sendo encomendados num só dia, sendo os principais foram TV’s de LCD e consoles do Nintendo Wii, com valores bem superiores aos dos produtos mais vendidos nos primórdios da internet (meados da década de 90), quando se vendiam basicamente CD’s e livros e isso tudo acontecendo em plena crise econômica. Confesso que não fico muito surpresa! Já tenho comentado que o e-commerce cresce a cada dia como solução alternativa, não somente para as grandes empresas, que já se consolidaram no mundo real, mas também para as pequenas e médias que estão buscando novos canais de vendas.
Continue Lendo junho 24, 2009 at 12:05 pm
Mundo Digital. A era 3.0 está chegando
Mundo Digital. A era 3.0 está chegando
Por Sandra Turchi*
Se já estava difícil para as empresas se adaptarem aos novos desafios do mundo 2.0 – pois tudo agora é 2.0!! – imaginem o que se passará na cabeça dos empresários, e mesmo dos profissionais de Marketing, quando entenderem que a nova onda já está chegando, a WEB 3.0.
Mesmo os negócios voltados para as classes populares tiveram que entender e procurar se adequar rapidamente à realidade trazida pela Internet. Hoje há quase 60 milhões de jovens das classes CDE que em breve se casarão, con stituirão famílias e ditarão os rumos do consumo no país. Esses jovens estão hoje conectados, via internet ou celulares e frequentam comunidades virtuais como frequentam bares.
Sendo assim, é fundamental saber como se comunicar com esse público, pois hoje temos mais de oito milhões de e-consumidores no país. A internet há muito deixou de ser um meio de diversão ou um veículo que impacta somente uma pequena camada da população. O Brasil é o primeiro em navegação domiciliar, com 23 milhões de lares conectados, seguido por EUA, França, Austrália e Japão. Quase metade dos internautas brasileiros navega em cyber cafés e lan houses. O brasileiro navega o equivalente a mais de 24 horas no mês e há mais de 15 milhões de pessoas conectadas em um único canal de mensagem instantânea.
A era da WEB 2.0 é marcada pela interação, pela participação, pois trouxe o consumidor para o palco, permitindo que sua voz fosse ouvida, que suas mensagens fossem levadas a sério pelas empresas e fez com que cada cidadão se transformasse em mídia. E essa realidade impacta diretamente as empresas e o consumo em geral, pois o internauta tem o poder de influenciar tanto na formatação de novos produtos como de gerar até mesmo a ruína de uma marca, dependendo de suas ações e de seu poder de influência.
Há vários casos de empresas que criaram blogs para se aproximarem de seus clientes, como outras que tem monitorado de perto as redes sociais mais importantes para acompanhar o que é comentado sobre seus produtos ou serviços e com isso procurar interagir, de diferentes formas, no sentido de minimizar insatisfações apontadas pelos consumidores.
A nova onda, a WEB 3.0, também chamada de Web Semântica, por sua vez se caracterizará como a Internet inteligente, que transformará o conteúdo ainda desorganizado da internet em informação relevante para a tomada de decisão, através do cruzamento de dados. Isso evitará que recebamos uma “enxurrada” de páginas inúteis a cada busca realizada, por exemplo. Ao mesmo tempo, haverá cada vez mais sintonia entre o perfil de quem realiza a busca e as ofertas a ele apresentadas.
Ainda há uma longa jornada a ser percorrida, pois essa nova etapa depende de mais investimentos em tecnologia, para processadores cada vez mais potentes, e da unificação de padrões, o que não é nada fácil de ser obtido.
Se por um lado esse futuro se mostra fascinante em termos de oportunidades de novos negócios e de agilidade no acesso a muitas informações, por outro tem trazido à tona, cada vez mais, os questionamentos sobre privacidade e sobre ética, tendo em vista certas atividades impetradas pelas organizações voltadas para o desenvolvimento dessa nova onda.
Para as empresas o que se torna imperativo é o acompanhamento dessa (r)evolução, para que não sejam pegas de surpresa quando essa nova onda – ou talvez seja um “tsunami” – chegar.
* Sandra Turchi é Superintendente de Marketing da Associação Comercial de São Paulo e Professora da ESPM.
Por Sandra Turchi*
Se já estava difícil para as empresas se adaptarem aos novos desafios do mundo 2.0 – pois tudo agora é 2.0!! – imaginem o que se passará na cabeça dos empresários, e mesmo dos profissionais de Marketing, quando entenderem que a nova onda já está chegando, a WEB 3.0. (mais…)
junho 23, 2009 at 8:30 pm
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